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Suspeitos de Vender Produtos Falsos na Internet são Presos em Minas Gerais

Fonte: G1

Três pessoas, no sul de Minas, foram presas por suspeitas de comercializarem produtos falsos na internet. Foram cumpridos os mandados em Pouso Alegre e Heliodora. Segundo Ministério Público, o lucro estimado foi de 1,8 milhões de reais desde 2018.

Apelidada de “Marketplace”, a operação foi realizada pelo Ministério Público de Minas Gerais, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Santa Rita do Sapucaí e do Gaeco, são só da Polícia Militar, como também da Polícia Rodoviária Federal e da Receita Estadual. Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e seus de busca e apreensão.

Segundo o Ministério Público, as ações começaram em maio de 2021. Dois irmãos auxiliados por parentes e pessoas próximas, vendiam mercadorias falsificadas, mas anunciadas como originais por meio de marketplaces (plataformas na internet que concentram diversos vendedores).

Eduardo de Paula Machado, promotor de justiça e coordenador do Gaeco em Pouco Alegre explica que “A partir de uma primeira informação, de que os investigados realizavam saques sistemáticos em caixas eletrônicos, foi possível descobrir quais eram as contas bancárias realizadas e quem eras as pessoas supostamente envolvidas.

Desde então, o Ministério Público visualizou a possibilidade da prática dessas fraudes contra consumidores. Com a colaboração dos marketplaces foi possível identificar quem seriam esses anunciantes. Dessa maneira, nos últimos seis, sete meses foram realizadas diversas diligências de sorte a delimitar, apenas em estimativa, esse faturamento mensal e global”.

Faturamento mensal de cerca de 50 mil reais

Os indícios indicaram um faturamento mensal de cerca de 50 mil reais, gerando ganhos financeiros estimados de 1,8 milhões de reais desde o final de 2018.

“A sistemática dessas pessoas investigadas era de se utilizarem de terceiras pessoas que abriam empresas e se cadastravam como vendedoras online. Esses anunciantes, nos marketplaces, então, colocavam tais mercadorias à venda como se fossem originais. De maneira a lesar tanto o consumidor como as próprias marketplaces, já que, no fim das contas, eram elas que muitas vezes suportavam todo o prejuízo financeiro”, falou o promotor.

Os suspeitos vendiam não somente fones de ouvido e carregadores de telefones celulares, como também relógios, joysticks, entre outras mercadorias, com preços ligeiramente inferiores aos dos produtos autênticos, de acordo com as investigações. Somente após a entrega é que os consumidores percebiam que eram produtos falsificados.

De acordo com informações do Ministério Público, os suspeitos também violavam a propriedade intelectual dos detentores das patentes e praticavam fraude fiscal, com abertura de dezenas de empresas e contas bancárias para pulverizar as atividades ilícitas do grupo.

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